Educação
Inclusiva: Novas formas de ensinar
Uma
Instituição de Educação Especial deve estar sempre interessada na pesquisa e no
desenvolvimento de novas formas de ensinar, adequadas à diversidade dos alunos
e compatíveis com os ideais democráticos na função de orientação e
acompanhamento das condições educacionais.
Educação
especial é muito mais do que a escola especial. Para isso, a prática da escola não
precisa e nem deve estar limitada a um sistema paralelo de educação, e sim
fazer parte da educação como um todo, acontecendo nas escolas regulares e
constituindo-se em mais um sinal de qualidade em educação, quando oferecida a
qualquer aluno que dela necessite, por quaisquer que sejam os motivos internos
ou externos do indivíduo.
Assim,
podemos perceber que a implicação para a educação inclusiva se deu na ampliação
da clientela potencialmente nomeada como possuindo necessidades educacionais
especiais. Este conceito passa a abranger, além das crianças portadoras de
deficiências, aquelas que estejam experimentando dificuldades passageiras ou
permanentes na escola.
A
expressão “necessidades educacionais especiais” provoca uma aproximação de dois
tipos de ensino; o regular e o especial, para um sistema único que seja capaz
de prover educação para todo o seu alunado, por mais distinto que este possa
ser ou estar.
Educação
inclusiva significa que os alunos com deficiência estão sendo inseridos no
mesmo contexto curricular e institucional com os demais colegas da sala de
aula. Para isso, os materiais curriculares comuns podem precisar ser adaptados,
mas somente até o nível necessário para satisfazer as necessidades de
aprendizagem de qualquer aluno. Trata-se, sempre, de unificar os dois sistemas
de ensino.
Nenhum comentário:
Postar um comentário